quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Equipe basquete masculino Adulto Londrina
A equipe do Londrina/ FEL/ Sercomtel Basketball realiza nesta quinta-feira (09), as 20h no ginásio do Canadá Country Club com portões abertos ao público, a primeira partida da temporada.
A partida faz parta da fase de preparação, buscando aperfeiçoamento para o circuito do Campeonato Sul Brasileiro 2008, a ser jogado em Santa Catarina nos dias 17, 18 e 19 de outubro.
O adversário desta quinta-feira é a equipe do Integrado/ Fecam/ Campo Mourão, que também participará do torneio inter-estadual, o time é comandado por Emerson de Souza, que dirigiu a extinta equipe São José dos Pinhais/ Keltek. O Integrado/ Fecam/ Campo Mourão do noroeste do estado vem com uma seqüência de bons resultados no ano, fez ótima campanha nos jogos abertos do Paraná e venceu seu circuito na Taça Paraná.
Para o técnico do ULB José Saviani, o jogo amistoso será de muito vália, ele pretende analisar os novos contratados e avaliar o desempenho tático do grupo, já que a maioria dos contratados para essa temporada chegaram a pouco mais de um mês em Londrina.
"Iremos fazer dois jogos amistosos, um em Londrina e outro em Campo Mourão semana que vem para avaliar a real condição que o grupo se encontra, será um teste importante para que possamos corrigir os possíveis erros cometidos e ajustar a equipe para a estréia no Campeonato Sul Brasileira 2008", relata Saviani.
Londrina/ FEL/ Sercomtel participa da semana solidária da criança
Os jogadores e comissão técnica participaram na manhã desta terça-feira (07), de um evento comemorativo da semana da criança realizado pela ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes - Regional Londrina). 200 Crianças de várias escolas de Londrina receberam almoço oferecido pela ABRASEL.
O restaurante La Francine's foi o principal patrocinador do evento, além da comida de ótima qualidade e refrigerante a vontade, os alunos puderam interagir com os atletas da ULB, fazendo perguntas sobre suas carreiras e pedindo autográfos.
"Eventos como esse são muito importantes para a equipe, pois nos coloca muito próximos da comunidade, essa interação faz com que as crianças peguem gosto pelo esporte. Vários meninos e meninas me disseram que vão assistir nossos jogos, além de buscarem escolinhas de basquete para começarem a praticar. Pequenas ações como essa podem revelar novos talentos bem como massificar o basquete em Londrina", relata o pivô Damião Rodrigues.
O projeto "Esporte cidadão" é um compromisso da diretoria da ULB com a cidade de Londrina, para 2009 o presidente do clube José Guilherme Flenik, pretende fazer com que o elenco visite no mínimo 20 entidades, escolas e creches de Londrina e região. A meta do clube é elevar o esporte pedagógico para diversas classes sociais, tentar trazer novos adeptos e descobrir novos talentos para o futuro do basquete.
Fonte: Assessoria de Imprensa via fprb.com.br
Seleção Brasileira Sub 15
César Guidetti chama 26 atletas para Sul-Americano Sub-15
O técnico César Guidetti convocou nesta quarta-feira a seleção brasileira Sub-15 feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, para os treinamentos rumo ao 15º Campeonato Sul-Americano, que será disputado de 7 a 14 de novembro, em Assunção, no Paraguai. As 26 atletas se apresentam no domingo (dia 12), às 18h de Brasília, no Grande Hotel Itajaí, em Itajaí (SC). A equipe treinará de 13 a 31 deste mês, em dois períodos (9h30 às 12h e 18h às 20h30), no ginásio do Colégio Salesiano.- Optamos por uma convocação mais ampla, pois será o primeiro Campeonato dessa geração. É preciso observar bem as meninas nessa faixa de idade para tomar as melhores decisões. São atletas de muito potencial, com um biotipo ótimo para o basquete. Acredito que estejamos formando um grupo de grande futuro para o basquete feminino. Quanto aos treinamentos vamos separar as jogadoras ou por posição ou em dois grupos, enquanto um trabalha a parte técnica, outro treina a parte física. Aos poucos reduziremos a equipe, desenvolvendo mais especificamente a parte tática visando à competição - explicou Guidetti.
AS CONVOCADAS
JOGADORA - POSIÇÃO - ALTURA - IDADE - CLUBE
Thamara Freitas - Pivô - 1,87m - 14 anos - Mangueira/Petrobras (RJ)
Martha Imoniana - Pivô - 1,85m - 14 anos - Centro Olímpico (SP)
Raquel Dudzevich - Pivô -1,85m - 15 anos - Centro Olímpico (SP)
Alana Arias - Pivô - 1,85m - 14 anos - Colégio Farroupilha (RS)
Leticia Lisboa - Pivô - 1,84m - 15 anos - APAB/Barretos (SP)
Karine Marroni - Pivô - 1,82m - 15 anos - Colégio Sinodal (RS)
Julia Alves - Pivô - 1,82m -15 anos - Finasa/Osasco (SP)
Helena Bastos - Pivô - 1,81m - 15 anos - EC Cabo Branco (PB)
Maria Cláudia Teixeira - Ala/Pivô - 1,79m - 14 anos - Beto Sport (MA)
Sheila Nunes - Pivô - 1,79m - 14 anos - Finasa/Osasco (SP)
Gessica Galli - Ala - 1,78m - 15 anos - Prefeitura Laguna Carapã (MS)
Joyce Coelho - Ala - 1,78m - 15 anos - Abasca (RJ)
Camile Valença - Ala/Pivô - 1,78m -15 anos - Potiguar Marista (RN)
Estela Gregório - Ala - 1,77m - 14 anos - São José Heat Craft (SP)
Ana Jéssica Pinto - Ala/Pivô - 1,75m - 15 anos - Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Isabela Macedo - Ala/Pivô - 1,75m - 14 anos - Mangueira/Petrobras (RJ)
Erika Leite - Armadora - 1,72m - 15 anos - Unimed/Americana (SP)
Cibele Roberto - Ala/Armadora - 1,72m - 15 anos - Centro Olímpico (SP)
Natalia Saar - Ala - 1,72m - 14 anos - Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Thuanny Pinto - Armadora - 1,70m - 15 anos - UFC (SC)
Bruna Werberich - Ala/Armadora - 1,70m - 14 anos - Colégio Alfa Medianeira (PR)
Klaudia Kalinin - Armadora - 1,69m - 14 anos - CFE Janeth (SP)
Priscilla Bernardes - Ala - 1,69m - 15 anos - Finasa/Osasco (SP)
Caroline Flak - Armadora - 1,65m - 14 anos - Ponta Grossa (PR)
Rafaele Pereira - Ala/Armadora - 1,65m - 15 anos - Centro Olímpico (SP)
Drielli Nascimento - Ala/Armadora - 1,60m - 15 anos - APAB/Barretos (SP)
Média de idade: 14,5 anosMédia de altura: 1,76 m
COMISSÃO TÉCNICASupervisor: Antonio Carlos BarbosaAdministrador: José Alberto do ValleTécnico: César GuidettiAssistentes Técnicos: Vânia Paulette, Adriano Araújo, Silvio Zanini e Leonardo RosaPreparador Físico: Leonardo CursinoMédico: Dr. Carlos Eduardo MarquesFisioterapeuta: Cinthia Violante
Fonte : www.cbb.com.br via pbf.blogspot.com
Entrevista - Bruna Werberich (CBB)
A ala/armadora Bruna Werberich, de 14 anos, foi o grande destaque do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino - Divisão Especial, que terminou dia 3 de outubro, em Porto Alegre (RS). Vice-campeã pela seleção do Paraná, Bruna foi a MVP, cestinha (21.0 pontos de média) e jogadora mais eficiente (19.2 pontos) da competição. Jogando basquete há apenas três anos, Bruna mostra garra e responsabilidade dentro e fora de quadra. Com um ótimo desempenho no Brasileiro, a ala/armadora garantiu uma vaga na seleção brasileira Sub-15, que se apresenta neste domingo (dia 12) em Itajaí (SC). A equipe treinará para o 15º Campeonato Sul-Americano, que será disputado de 7 a 14 de novembro, em Assunção, no Paraguai.
Quais foram as principais armas do Paraná para chegar ao vice-campeonato brasileiro?
Defesa e união. A marcação funcionou nas quatro primeiras partidas, o que faz o ataque funcionar melhor. A união do grupo também facilitou bastante. Formamos praticamente uma família, onde todas só querem fazer o melhor para ajudar a equipe.
O que você acha que faltou para chegar ao título?
No jogo final, acho que faltou perna para a equipe. Começamos bem, mas sentimos o cansaço e o time de São Paulo revezava mais do que o nosso. Ficamos desgastadas, passamos a falhar na defesa e aí o ataque ficou pior também. As paulistas, que são bem mais fortes do que nós, souberam tirar proveito nos rebotes e não conseguimos mais manter o ritmo. O importante é que lutamos até o fim para representar bem o nosso Estado.
E como foi a emoção de ter sido a cestinha e eleita a melhor jogadora do campeonato?
Eu sabia que podia jogar bem, mas sinceramente não esperava render tanto. Joguei com a mesma garra de sempre e deu tudo certo. Os prêmios que recebi na competição divido com a minha equipe. Tudo que fiz em quadra foi para ajudar a seleção paranaense, da qual eu me orgulho muito de fazer parte. Não esperava o título de melhor jogadora e esse prêmio só serve de estímulo para melhorar cada vez mais
O que achou da experiência no seu primeiro Campeonato Brasileiro de seleções?
Ótima, aprendi bastante e fiquei feliz com o resultado. Representamos muito bem o Estado do Paraná e eu fiz uma ótima competição.
Como era o clima no alojamento?
Muito bom. Ficamos amigas. Os professores Silvio Zanini (técnico) e Elias Rudek (assistente) fizeram questão de montar uma equipe unida, uma família mesmo e isso ajudou bastante. Brincávamos nas horas de folga, mas nos treinos e jogos a responsabilidade é total.
Qual a emoção de ter sido convocada para a seleção brasileira sub-15?
Estou super feliz com a oportunidade. Não estava com grandes esperanças para essa convocação, já que sou um ano mais nova. Espero aprender o máximo e ajudar a equipe no que eu puder.
Quando e como começou a jogar basquete?
Há três anos, nas aulas de Educação Física da escola. A minha professora viu que eu levava jeito e me encaminhou para o basquete, com o professor Elias Rudek. Com ele aprendi muito e aprendo até hoje.
Você pretende mesmo ser atleta no futuro?
Sim. Amo basquete e quero seguir essa carreira. Sei que é difícil, mas estou tentando. Vou precisar me esforçar com dedicação total nos treinos para melhorar sempre, sem esquecer dos estudos, claro.
Qual o seu ponto forte? E o que precisa melhorar?
Meu ponto forte é a defesa. Eu gosto de marcar e acho que faço bem, mas tenho que pensar sempre em melhorar. Tenho que aprender a usar melhor a mão esquerda, que é a minha maior dificuldade hoje.Como concilia basquete e estudo? É difícil, mas vale a pena. Curso a oitava série de manhã, almoço em casa e volto para o treino à tarde. À noite, estudo um pouco. O segredo é prestar bastante atenção nas aulas para não perder um detalhe. Fonte : pbf.blogspot.com via www.cbb.com.br
domingo, 5 de outubro de 2008
Entrevista Ronaldo Pacheco
Recentemente, Ronaldo Pacheco escreveu o texto 'Desculpas ao esporte e aos atletas Brasileiros' que teve grande repercussão porque abordava de forma corajosa os problemas do esporte brasileiro. Com suas idéias, o professor desperta em todos o senso de cidadania e a vontade de fazer um país melhor e mais justo.Nascido no Rio de Janeiro e residente em Brasília desde pequeno, Ronaldo graduou-se em Educação Física pela Faculdade Dom Bosco, tendo feito mestrado na mesma área. Especializou-se em Psicologia do Esporte. É professor da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, cedido à Universidade de Brasília, e professor da Universidade Católica de Brasília. Trabalhou com basquetebol em todas as categorias - de mini a adulto -, nos gêneros masculino e feminino, com vários títulos conquistados em Brasília, tendo em 2007 recebido a Medalha de Mérito Desportivo do Distrito Federal, por fazer parte, como auxiliar-técnico da equipe Universo/BRB que conquistou o título brasileiro de basquetebol na temporada 2006/07.
Você se tornou conhecido em todo o país por causa da carta aberta aos atletas brasileiros. Uma verdadeira reflexão sobre o que se faz pelo esporte no Brasil. O que o levou a escrever o texto?
O texto foi feito como um desabafo ao ver os atletas pedindo desculpas pela não obtenção de medalhas. Quem conhece o esporte no Brasil, sabe das inúmeras dificuldades que esses atletas passam. Fiquei atormentado com aquelas cenas e resolvi escrever para desabafar um pouco o que senti naquele momento.
Qual a repercussão entre atletas e dirigentes? Eles entraram em contato?
Recebi carta de vários ex-atletas que foram solidários com as idéias contidas naquele texto. Recebi também de vários técnicos, alguns inclusive que já estiveram em Olimpíadas, concordando com o quadro ali descrito. Em relação aos dirigentes, apenas um presidente de federação se manifestou concordando com algumas idéias, porém um pouco indignado com a afirmação de corrupção dos dirigentes que é colocada na Carta. Dos órgãos representativos nacionais, nenhuma manifestação apesar de eu ter conhecimento que a carta chegou a vários deles.
O brasileiro vê no esporte uma oportunidade de festejar a sua nacionalidade. Mas ele tem, realmente, o que festejar em relação à política esportiva do país?
Em relação à política esportiva ele não tem o que comemorar porque na verdade ela não existe. Existe política no esporte (e na maioria das vezes a política na sua forma negativa), mas não uma política para o esporte. A única coisa que o brasileiro tem para comemorar é o talento e a garra dos seus atletas que apesar da falta de infra-estrutura ainda consegue se colocar entre os melhores do mundo.
O Brasil é o país do esporte? Sabe aproveitar as escolas e os espaços que tem para o aproveitamento de seus atletas e a socialização por meio da prática esportiva?
O povo brasileiro é apaixonado pelos esportes, no entanto talvez, eles não conheçam a maioria dos esportes porque o futebol acaba ocupando quase todo o espaço da mídia. Em relação às escolas temos um problema da falta de instalações e de material esportivo. Além disso, a pouca valorização desta disciplina por parte da comunidade escolar. O desconhecimento dos principais objetivos da educação física tem criado um quadro de descrédito dentro da escola. Isso tem feito com que muitos professores se desmotivem e passem a ministrar uma educação física de baixa qualidade. O que também não se justifica. Muitos professores são preparados nas faculdades a utilizar apenas o esporte como instrumento da educação física, e o esporte numa perspectiva da formação de atletas. Este não deve ser o objetivo precípuo da educação física. Pode ser uma conseqüência e não o objetivo final.
Qual seria o papel do profissional de educação física para mudar esse quadro?
O papel inicial seria de conscientizar a escola e a comunidade escolar como um todo, dos principais objetivos da educação física (formação integral do ser humano, buscando o equilíbrio entre as dimensões cognitivas, afetivas e sociais usando o movimento como peça chave neste desenvolvimento). A escola tem se preocupado muito com as questões cognitivas e esquecido os aspectos afetivo-sociais dos alunos. Poucas escolas investem no desenvolvimento destes aspectos de forma intencional. Geralmente promovem algumas atividades pontuais e o resto fica por conta da casualidade.
O que fazer para difundir mais as modalidades esportivas e fazer com mais crianças tenham acesso ao esporte?
Este é um problema muito complexo. Vou tentar enumerar alguns deles: antigamente os clubes tinham uma função social e promoviam atividades esportivas para a comunidade, desenvolvendo diversas escolinhas nos mais variados esportes. Isso possibilitava um aprendizado mais direcionado aos esportes. Era comum a figura do sócio-atleta nos clubes. Hoje a maioria dos clubes terceirizaram as escolinhas esportivas. O acesso aos esportes só é permitido àqueles que podem pagar as mensalidades.Nas escolas já comentamos o problema em questão anterior.E no esporte de rendimento temos um grave problema de credibilidade e investimentos.O esporte, no meu modo de ver, se apoio em um tripé: o clube (que forma o atleta), o patrocinador (que mantém o investimento do clube nos esportes) e a mídia que faz com que o patrocinador tenha o retorno pelo investimento no clube. No entanto, este tripé em vez de ajudar na sustentação, tem se corroído, pois cada um tem colocado mais peso sobre o outro.Temos visto isso o tempo todo. O Clube com dificuldade de buscar patrocinadores. Os patrocinadores reclamam que não tem o espaço devido na mídia (algumas tevês mudam os nomes dos clubes e fecham o close no rosto do atleta para que não apareça a marca do patrocinador) e as TVs, não divulgando a marca, pois espera um retorno direto para ela conseguindo o capital diretamente de quem poderia patrocinar equipes esportivas.Poderia enumerar aqui outros tantos problemas, mas todos eles seriam decorrentes da falta de uma política para o esporte.
O que você acha de propostas que têm surgido de se investir em modalidades que distribuam mais medalhas?
Acho que seria um caminho errado. Primeiro temos que oportunizar a prática esportiva para todos que se interessem por ela, nos esportes que mais lhe interessarem. Não podemos investir a ordem das coisas. Não podemos pensar no número de medalhas como objetivo final. O número de medalhas deve refletir o desenvolvimento esportivo de um país. Temos mania de inverter o sentido das coisas. Temos ouvido falar constantemente que uma Olimpíada aqui traria o desenvolvimento para o nosso povo. Não é bem assim. Um país desenvolvido é que deve conquistar o direito de sediar uma Olimpíada. O contrário é um sério engano.... Falaram a mesma coisa do Pan e quais foram os resultados práticos em relação às questões sócias? Nenhum! Nem no esportivo tivemos algum avanço.
Você é um amante de todos os esportes, mas é ainda mais ligado ao basquete. Vamos então falar dessa modalidade. Como você avalia a não participação do basquete masculino brasileiro em mais uma Olimpíada?
Na verdade todos nós em relação ao basquete agimos como um torcedor. Queremos estar lá, sofremos para que isso aconteça, mas quando analisamos friamente as possibilidades, acabamos vendo que isso será muito difícil a curto prazo. Não valorizamos as categorias de base. Não organizamos bons campeonatos infanto-juvenis, juvenis e adultos. Centralizamos as boas competições em São Paulo. Não temos um centro de excelência para treinamento de qualidade. Nossos atletas vivem buscando uma oportunidade fora do país. Nossos técnicos não se unem em uma associação para democratizar os conhecimentos na área. Os atletas se omitem na luta pelos seus direitos e na luta por federações e confederação mais organizada. Existe muita omissão dos envolvidos.
O que você acredita que precisa ser feito para o basquete voltar a ser o segundo esporte na preferência nacional?
Primeiro fazer com que as crianças o assistam para poder gostar do esporte. Hoje só temos basquete na TV a cabo e mesmo assim com pouquíssimas transmissões durante o ano. Depois difundir o esporte por todo o país incentivando escolas e clubes à sua prática
Que mensagem você mandaria para atletas, técnicos e dirigentes do esporte brasileiro?
Acredito que técnicos e atletas devem se unir, montar associações e/ou sindicatos, que normatizem seus direitos e lutem por uma união destas duas classes. Hoje nota-se no nosso meio um excesso de vaidades, uma relação conflituosa e silenciosa entre os técnicos. Os jogadores se mantêm omissos em seus direitos, dependentes dos clubes e de dirigentes que se aproveitam deste silêncio para estabelecer relações de dependência que escravizam os atletas. Em muitos casos nota-se a seguinte situação: 'Se reclamar é que não recebe mesmo. Se quiser entre na justiça!'. E com isso os atletas vão ficando sem receber, aceitando atrasos de meses como uma situação normal, e às vezes aceitando acordos onde recebem menos do que deveriam. Se continuarmos omissos, o basquete vai cada vez mais perder espaço. Como ouvi outro dia: 'Não pensem que estamos no fundo do poço. Este poço não tem fundo!'. Acredito que já passou da hora para que providências sejam tomadas, mas enquanto cada um só pensar na sua situação, em pouco tempo não teremos mais situação nenhuma para pensar!
Carlos Fernando Rego Monteiro nasceu no Rio de Janeiro e é Editor do SPORTmania. Formado em Jornalismo, Engenharia e Análise de Sistemas, acompanha variadas modalidades esportivas desde a infância, já tendo escrito três livros: dois sobre automobilismo (Almanaque do Automobilismo e Rápidas Palavras) e um sobre basquete (Morada de Gigantes - Histórias de Araraquara e do Basquetebol da Uniara).
Fonte : www.sportmania.com.br
Campeonato Brasileiro Infanto feminino CBB
Paraná é vice-campeão Brasileiro Sub-15 Feminino de Basquete
A Seleção Paranaense Sub-15 Feminina, patrocinada pela Aquarius Fresh, Frigorífico Argus, Unimed Curitiba, Penalty e Paraná Esporte, conquistou nesta sexta-feira (3), o vice-campeonato do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino - Divisão Especial.
Na final, a Seleção Paranaense foi superada pela equipe de São Paulo por 68 a 54 (27 a 30 no primeiro tempo), e ficou com a segunda colocação do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino de Basquete – Divisão Especial, disputado em Porto Alegre (RS). A cestinha paranaense da partida foi Ana Jéssica, que anotou 20 pontos.
“A equipe começou bem, jogando com muita raça e vontade de ganhar. Acabamos o primeiro tempo na frente com uma vantagem de três pontos (30 a 27). Depois do intervalo, o time se desequilibrou, principalmente na defesa. As paulistas, que são bem mais fortes do que nós, souberam tirar proveito nos rebotes e não conseguimos mais manter o ritmo. O importante é que lutamos até o fim para representar bem o nosso Estado”, explicou a ala Bruna Werberich, do Paraná.
A melhor atleta da competição foi a ala paranaense Bruna Werberich, cestinha (21.0 pontos de média) e jogadora mais eficiente (19.2 pontos) do Brasileiro Sub-15 Feminino.
“Eu divido esses prêmios com a minha equipe. Tudo que fiz em quadra foi para ajudar a seleção paranaense, da qual eu me orgulho muito de fazer parte. Não esperava esse título de melhor jogadora e esse prêmio só serve de estímulo para melhorar cada vez mais”, comentou Bruna Werberich, do Paraná.
A Seleção Paranaense Sub-15 Feminina comandada pelos Professores Silvio Zanini e Elias Rudek, foi composta pelas atletas: Ana Jéssica, Betânia Antunes, Bruna Werberich, Camila Silva, Caroline Flack, Jéssica Tonioti, Kelly Piccinin, Luana Freitas, Mariana Amaral, Natalia Saar, Natassja Jacunik e Renata Assis.
O próximo compromisso das Seleções Paranaenses de Base será a disputa da divisão especial dos Brasileiros Sub-17 masculino e feminino, que serão realizados em Joinville (SC), de 17 a 22 de novembro.
Fonte : www.fprb.com.br
São Paulo fica com o ouro no Brasileiro Sub-15
Com a vitória sobre o Paraná por 68 a 54 (27 a 30 no primeiro tempo), a seleção de São Paulo conquistou o título do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino de Basquete – Divisão Especial, disputado durante cinco dias no ginásio do Colégio Farroupilha, em Porto Alegre (RS). A cestinha e destaque do jogo foi a paulista Sheila Nunes com 24 pontos, 19 rebotes e seis recuperações. A principal pontuadora paranaense foi Ana Jéssica Pinto com 20 pontos. Na preliminar, o Rio de Janeiro garantiu a medalha de bronze ao vencer Santa Catarina por 69 a 52 (23 a 24).— Foi um jogo duríssimo como previsto. Na categoria Sub-15, o emocional conta muito e a equipe soube crescer nos momentos certos. Estou muito orgulhoso do grupo, que suportou a pressão de manter a hegemonia paulista. O elenco estreou com o pé direito e está dando o pontapé inicial para uma grande geração do basquete brasileiro. O time do Paraná jogou muito bem e só enriqueceu a nossa vitória. Estamos todos realmente de parabéns pelo belíssimo Campeonato — analisou Alexandre Escame, técnico de São Paulo.— A equipe começou bem, jogando com muita raça e vontade de ganhar. Acabamos o primeiro tempo na frente com uma vantagem de três pontos (30 a 27). Depois do intervalo, o time se desequilibrou, principalmente na defesa. As paulistas, que são bem mais fortes do que nós, souberam tirar proveito nos rebotes e não conseguimos mais manter o ritmo. O importante é que lutamos até o fim para representar bem o nosso Estado — explicou a ala Bruna Werberich, do Paraná.— Esperávamos mesmo uma partida difícil. Não fizemos um bom primeiro tempo, mas na etapa final melhoramos nos rebotes e defendemos com mais atenção. O Paraná estava muito bem na competição, mas soubemos mostrar o nosso melhor jogo e ganhar mais um título para São Paulo — declarou Sheila Nunes, cestinha de São Paulo.A MVP, cestinha (21.0 pontos de média) e jogadora mais eficiente (19.2 pontos) do Brasileiro foi a ala Bruna Werberich, do Paraná. A melhor nos rebotes foi a pivô Alana Arias, do Rio Grande do Sul, com a média de 12.8 e 64 o total. A líder nas assistências (média de 3.2 e 16) e revelação do Campeonato foi a pivô Maria Cláudia Teixeira, do Maranhão. E a primeira nas recuperações foi a ala Nathalia Lobato, do Rio de Janeiro, com 5.2 e 26.— Eu divido esses prêmios com a minha equipe. Tudo que fiz em quadra foi para ajudar a seleção paranaense, da qual eu me orgulho muito de fazer parte. Não esperava esse título de melhor jogadora e esse prêmio só serve de estímulo para melhorar cada vez mais — comentou Bruna Werberich, do Paraná.Durante cinco dias a cidade de Porto Alegre foi a capital do basquete brasileiro Sub-15 feminino. E para que tudo funcionasse cem por cento foi montada uma excelente estrutura dentro e fora da quadra.— O Campeonato foi um sucesso total, graças ao apoio da CBB, Eletrobrás, Spalding e do Colégio Farroupilha, que ofereceu uma estrutura maravilhosa ao evento, abrindo mais um pólo para a realização de campeonatos brasileiros de base aqui no Sul. Agora vamos trabalhar para a competição Sub-15 masculina, no mês de dezembro, em Caxias do Sul — disse Carlos Nunes, presidente da Federação Gaúcha de Basketball.— Foi uma experiência fantástica organizar um Campeonato Brasileiro. Aprendemos muito nessa semana e os alunos tiveram a oportunidade de conviver com uma competição esportiva de grande porte. Esse era o objetivo principal na comemoração dos 150 anos da instituição. Foi um orgulho para nós fazer parte de um evento tão bonito e importante para o basquete brasileiro — afirmou Rubem Corso, diretor esportivo do Colégio Farroupilha.SÃO PAULO (10 + 17 + 15 + 26 = 68)Érika (8pts), Drielle (13), Priscilla (0), Sheila (24, 19 rebotes e 6 recuperações) e Raquel (6 e 9rebotes). Depois: Rafaele (9), Letícia (6 e 11 rebotes), Jessica (0), Martha (2), Maila (0), Kláudia (0) e Estela (0). Técnico: Alexandre Escame.PARANÁ (19 + 11 + 07 + 17 = 54)Caroline (4pts), Natália (5), Bruna (16 e 8 rebotes), Ana Jéssica (20) e Kelly (6 e 15 rebotes). Depois: Mariana (0). Técnico: Silvio Zanini
NOTA : Parabéns para a Comissão Técnica, para as atletas e para a FPRB por mais esta conquista!!
Sul Brasileiro Adulto
A equipe do Integrado/ Fecam/ Campo Mourão será um dos representantes do Paraná no 6º Campeonato Sul Brasileiro de Basquete Adulto, que acontecerá nos meses de outubro e novembro, com a participação de 9 equipes do sul do país. Três equipes de cada um dos estados do sul: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, disputarão o título de um dos campeonatos mais importantes do país.
Além da equipe mourãoense, participarão dessa competição as seguintes equipes: Ciser/ Araldite/ Univille (Joinville), Caxias/ Triches (Caxias do Sul), Univates/ Bira (Lageado), APAB/Alta Papéis/ Taschibra/ Servmed/ Altenburg (Blumenau), E.C. Cruzeiro/ Joape/A gafarma (Porto Alegre), AD Brusque/ ZM /RVB Malhas (Brusque), Inesul (Londrina) e ULB/ FEL (Londrina).
Cada equipe deverá fazer seis jogos contra equipes dos outros dois estados, sendo três partidas em casa e três fora. Os gaúchos receberam os catarinenses no último final de semana, depois os paranaenses visitarão os catarinenses e por fim, as equipes do Paraná receberão os gaúchos. As quatro equipes que pontuarem mais nessas partidas se classificam para o quadrangular final, que será realizado de 6 a 9 de novembro, em Joinvile.
Nos jogos disputados na primeira rodada em terras gaúchas, os resultados foram: Caxias do Sul 70 x 80 Joinvile, Lageado 104 x 76 Blumenau, Porto Alegre 95 x 88 Brusque, Caxias do Sul 115 x 91 Blumenau, Lageado 106 x 51 Brusque, Porto Alegre 94 x 91 Blumenau, Caxias do Sul 91 x 71 Brusque, Lageado 58 x 68 Joinvile, e Porto Alegre 69 x 88 Joinvile. Dessa maneira, Joinvile lidera com 3 vitórias, Porto Alegre, Caxias do Sul e Lageado seguem com duas vitórias e Brusque e Blumenau ainda não venceram.
De acordo com o técnico Emerson de Souza, esse campeonato terá um nível muito elevado.
“O campeonato sul brasileiro tem tudo para ser a terceira maior competição do país, atrás apenas da Liga Nacional e do Campeonato Paulista. Teremos a participação de vários jogadores com passagens pela seleção brasileira e até norte-americanos”, declara o treinador.
Segundo o Secretário de Esportes, Itamar Tagliari, esse é um passo a mais para profissionalizar o basquete de Campo Mourão.
“Particularmente, acredito que é uma etapa importante para quem vislumbra participar de uma liga nacional no futuro. Das 9 equipes participantes, 3 delas participaram da Liga Nacional em 2008 e, com exceção de Campo Mourão, todas as outras são representantes de cidades que já tiveram equipes nessa competição. Esperamos que em breve, a FECAM e os patrocinadores possibilitem que o basquete atinja esse objetivo”, acredita Tagliari.
Fonte: Assessoria de Imprensa
Fonte : www.fprb.com.br
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Campeonato Brasileiro Infanto feminino CBB
A Seleção Paranaense Sub-15 Feminina, patrocinada pela Aquarius Fresh, Frigorífico Argus, Unimed Curitiba, Penalty e Paraná Esporte, é a última classificada para a semifinal do 17º Campeonato Brasileiro - Divisão Especial.
Na última rodada da primeira fase, a seleção paranaense venceu a equipe do Rio Grande do Sul por 66 a 44 (33 a 14 no primeiro tempo), no ginásio do Colégio Farroupilha, em Porto Alegre (RS). A cestinha e destaque do jogo foi a paranaense Bruna Werberich, com 26 pontos, sete rebotes e seis recuperações de bola. A principal pontuadora da equipe gaúcha foi a ala Natália Soares, com dez pontos.
“Estamos muito felizes. Conseguimos o nosso primeiro objetivo, que era ficar entre os quatro e garantir o Paraná na Divisão Especial do ano que vem. Agora estamos mais perto de chegar à disputa do título. Hoje jogamos muito bem. A defesa se superou e conseguimos acertar os passes. Amanhã, vamos lutar para estar na final”, disse a ala paranaense Natália Saar, que anotou 16 pontos, cinco rebotes e quatro recuperações de bola.
Nesta quinta-feira (02), às 20h, o selecionado entra em quadra para a disputa da vaga na grande final do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino - Divisão Especial, contra a equipe do Rio de Janeiro.
Fonte : www.fprb.com.br
NOTA : a equipe do PR venceu a equipe do RJ por 80 a 76 na prorrogação e está na final do Campeonato Brasileiro contra a equipe de SP . Parabéns para as atletas e para a comissão Técnica da FPRB.