Vitória vai dar moral, diz Vecchi
Técnico diz que os jogadores estão mais confiantes após a ADL derrotar concorrente direto na briga pelo playoff
11/01/2010
O técnico Enio Vecchi disse que a vitória sobre o Palmeiras/Araraquara por 82 a 78, na última sexta-feira, no Moringão, deu moral para o time da ADL/Sercomtel continuar brigando por uma das vagas para o playoff no Novo Basquete Brasil (NBB). “O crédito da equipe com essa vitória deve ser levado em consideração e temos que aproveitar o momento”, ressaltou.
Ele destacou a boa repercussão do trabalho da equipe. “Os jogadores estão confiantes e certos de que, daqui para frente, as coisas terão uma estrutura mais planejada”, afirmou, se referindo à entrada do novo patrocinador master, a Conde Desenvolvimento Imobiliário. Os próximos adversários da ADL/Sercomtel são GRSA/Itabom/Bauru, nesta sexta-feira, em Bauru, e Assis Basket, dia 17, em Assis.
Segundo Vecchi, a vitória foi conquistada, entre outras coisas, pela motivação e entusiasmo da equipe em relação à assinatura do contrato de patrocínio. “A entrada do novo patrocinador acabou dando um clima diferente ao jogo. A participação da torcida também foi fundamental para a vitória”, afirmou.
Ele lembrou que o Palmeiras ofereceu resistência e foi eliminado apenas no quinto jogo do playoff contra o Franca nas quartas-de-final do Campeonato Paulista.
O treinador também disse que a equipe está confiante que os problemas financeiros da equipe sejam resolvidos. “Tudo vai se resolver com o tempo. A grande motivação em relação ao patrocinador é que ele está pensando a médio e longo prazo. Não é coisa de momento. Isso dá aos atletas mais segurança”, completou. O técnico reforçou que a regularização dos salários atrasados é fundamental. “Estamos iniciando um trabalho e o aspecto financeiro é de grande importância”, afirmou.
Apesar do time de Bauru estar na lanterna do campeonato, Vecchi lembrou que o time também está disputando o Campeonato Paulista. “Eles estão jogando todas as energias no playoff paulista, que já está terminando. É um time que está num ritmo forte, jogando com grande intensidade, mas ao mesmo tempo, desgastado”.
A meta para a classificação para o playoff no NBB, segundo o técnico, é ganhar o maior número de jogos possíveis. “Estamos entrando em quadra sempre buscando a vitória. Ter esse pensamento é fundamental para que a gente não precise ficar fazendo conta, depender da matemática para conseguir a classificação.”
Amanda de Santa
Fonte : jornaldelondrina.com.br
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Notícias ADL NBB 2009 2010
Agora vai?
Quando o técnico é quem tem que mexer os pauzinhos pro jogo do time ser transmitido pela TV é porque a coisa ta braba. O Enio Vecchi ligou pro pessoal da Liga Nacional de Basquete (LNB) pedindo a antecipação da partida contra o Palmeiras, de hoje pra sexta passada, para a Sportv poder transmitir. E foi atendido. O time ganhou por 82 a 78 no Moringão.
Quem sabe a diretoria da ADL não tenha um pouquinho mais de tino e surfe na onda da vinda do sobrinho do Leandrinho Barbosa pra cá. Diz que o craque do Phoenix Suns autorizou que a equipe londrinense use a imagem dele em algumas campanhas de marketing.
É uma forma de agradecer a acolhida ao sobrinho, que tem 17 anos, nunca jogou profissionalmente e vai ter a oportunidade de disputar o nacional pela primeira vez. Na sexta-feira, ele não entrou em quadra contra o Palmeiras.
Foi a primeira vitória da ADL no ano e a primeira também sob a batuta do novo patrocinador master, uma incorporadora imobiliária paulista. É um grupo que atua na construção de condomínios fechados e está abrindo mercado agora em Londrina.
O diretor disse, na cerimônia de assinatura de contrato, que o patrocínio vai praticamente cobrir as despesas com a folha salarial. É uma boa notícia, já que os salários do Enio Vecchi e de alguns dos principais jogadores da ADL seguem atrasados. Uma vergonha. A folha é de cerca de R$ 35 mil.
Esse mesmo diretor falou que a empresa decidiu investir no basquete porque soube que o esporte é muito popular em Londrina. E que até gostaria de patrocinar o futebol, mas que seria impossível, já que o clube com maior torcida na cidade é o Corinthians. “Como não posso patrocinar o Corinthians, optamos pelo basquete”, brincou. Me deu uma vergonha do Varti...
Dentro de quadra, o time não é aquela Brastemp, mas pelo menos no jogo de sexta teve brio pra superar algumas fragilidades, principalmente nos chutes de longe. Chegou a ficar 8 pontos atrás de um time que também não é nada disso, mas ganhou na raça. Pra mim, o armador Zezinho é o que fez a diferença.
A ADL promete contratar os reforços que o Enio quer – um pivô e um lateral – antes dos playoffs. Classificar não é difícil, já que dos 14 clubes que disputam o NBB, 12 avançam (os quatro primeiros vão direto pras quartas de final e os que ficarem entre o 5º e o 12º lugares disputam um playoff pré-quartas de final). O próximo jogo é nesta sexta, contra o lanterna Bauru, lá.
Diego Prazeres
ExtracampoEsporte com sotaque pé-vermelho
Fonte : jornaldelondrina.com.br
Quando o técnico é quem tem que mexer os pauzinhos pro jogo do time ser transmitido pela TV é porque a coisa ta braba. O Enio Vecchi ligou pro pessoal da Liga Nacional de Basquete (LNB) pedindo a antecipação da partida contra o Palmeiras, de hoje pra sexta passada, para a Sportv poder transmitir. E foi atendido. O time ganhou por 82 a 78 no Moringão.
Quem sabe a diretoria da ADL não tenha um pouquinho mais de tino e surfe na onda da vinda do sobrinho do Leandrinho Barbosa pra cá. Diz que o craque do Phoenix Suns autorizou que a equipe londrinense use a imagem dele em algumas campanhas de marketing.
É uma forma de agradecer a acolhida ao sobrinho, que tem 17 anos, nunca jogou profissionalmente e vai ter a oportunidade de disputar o nacional pela primeira vez. Na sexta-feira, ele não entrou em quadra contra o Palmeiras.
Foi a primeira vitória da ADL no ano e a primeira também sob a batuta do novo patrocinador master, uma incorporadora imobiliária paulista. É um grupo que atua na construção de condomínios fechados e está abrindo mercado agora em Londrina.
O diretor disse, na cerimônia de assinatura de contrato, que o patrocínio vai praticamente cobrir as despesas com a folha salarial. É uma boa notícia, já que os salários do Enio Vecchi e de alguns dos principais jogadores da ADL seguem atrasados. Uma vergonha. A folha é de cerca de R$ 35 mil.
Esse mesmo diretor falou que a empresa decidiu investir no basquete porque soube que o esporte é muito popular em Londrina. E que até gostaria de patrocinar o futebol, mas que seria impossível, já que o clube com maior torcida na cidade é o Corinthians. “Como não posso patrocinar o Corinthians, optamos pelo basquete”, brincou. Me deu uma vergonha do Varti...
Dentro de quadra, o time não é aquela Brastemp, mas pelo menos no jogo de sexta teve brio pra superar algumas fragilidades, principalmente nos chutes de longe. Chegou a ficar 8 pontos atrás de um time que também não é nada disso, mas ganhou na raça. Pra mim, o armador Zezinho é o que fez a diferença.
A ADL promete contratar os reforços que o Enio quer – um pivô e um lateral – antes dos playoffs. Classificar não é difícil, já que dos 14 clubes que disputam o NBB, 12 avançam (os quatro primeiros vão direto pras quartas de final e os que ficarem entre o 5º e o 12º lugares disputam um playoff pré-quartas de final). O próximo jogo é nesta sexta, contra o lanterna Bauru, lá.
Diego Prazeres
ExtracampoEsporte com sotaque pé-vermelho
Fonte : jornaldelondrina.com.br
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Confraternização
confraternização
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Notícias Basquete Jornal de Londrina
O Basquete que dá certo
Marcos César Gouvea
20/12/2009
Enquanto o time profissional de basquete de Londrina, a ADL/FEL/Sercomtel, pena dentro e fora de quadra para se manter entre os melhores do País, as categorias de base da modalidade mostram força na cidade.
No feminino, a Liga Metropolitana de Basquete (LMB), em parceria com dois colégios particulares e apoio do poder público, faz um trabalho grande envolvendo mais de 150 atletas de 8 a 17 anos – e tem alcançado alguns bons resultados. No masculino, um projeto feito a partir da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) movimenta aproximadamente 100 atletas da mesma faixa etária.
Sob o comando do técnico Roosevelt Villanueva, o Gringo, o time sub-14 da AABB/ALE/Flex TV conquistou o título paranaense da categoria em 2009. Villanueva é adepto da necessidade de intercâmbios constantes, principalmente nos campeonatos sul-americanos de clubes, priorizados pela equipe dele.
Na LMB, o técnico Marival Júnior investe nas disputas estaduais e escolares, mas também nos intercâmbios com clubes do interior de São Paulo, “a Meca do basquetebol feminino no Brasil”. A Liga também teve quatro anos de trabalho recompensados na categoria sub-13, com a equipe dirigida pelo técnico Paulo Vasconcelos vencendo Curitiba por 35 a 21 na decisão do Paranaense em novembro passado na cidade de Toledo, em campanha invicta.
A Liga Metropolitana de Basquete trabalha com crianças desde os nove, dez anos de idade, até os 18. São 150 meninas treinando basquetebol em seis pólos. “Fomos vice-campeões escolares em julho, pelo Colégio Nobel, que acabou resultando na quarta colocação nas Olimpíadas Escolares. A equipe sub-17 foi vice-campeã paranaense. A equipe sub-13 foi campeã paranaense”, listou Marival Júnior.
O futuro
Formado em Educação Física, com especialização em Treinamento Esportivo, Paulo Sergio Vasconcelos é o responsável há seis anos pelas categorias menores e pela iniciação das meninas no esporte na Liga Metropolitana. No Iate Clube ele trabalha com as equipes feminina e masculina.
Vasconcelos concorda que Londrina teria tudo para ter uma equipe boa também na categoria adulta. “Tem apoio do público, que comparece, principalmente no basquete. Seria bom para a cidade e incentivaria as meninas mais novas. Seriam espelho para elas.”
De acordo com Marival, há dois anos o trabalho é exclusivo com atletas da cidade. “Faz dois anos que não trazemos ninguém de fora. Isso é coisa complicada porque acaba faltando um pouco de altura. A estatura das atletas é um pouco baixa”. Para 2010 há planos de trazer duas atletas pivôs para dar força ao time.
“A idéia central, no entanto, é continuar a trabalhar muito bem o sub-14 até o sub-17, visando os Jogos Colegiais e os Jogos da Juventude. E continuar nesse trabalho de base que está dando bons frutos”, diz Marival Júnior.
Aos 13, Larissa é capitã e campeã Larissa Ceappina tem apenas 13 anos. Mas já tem responsabilidade: ala armadora do time, medindo 1,70m, foi capitã do sub-13 que conquistou o paranaense deste ano. “Foi meio complicado em Toledo. No dia decisão deu frio na barriga, mas mal começou o jogo e ficamos à vontade e ganhamos. Depois que entramos na quadra jogamos para ganhar.” Como todo atleta nas categorias de base, também sonha com os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ela vai ter 19 anos em 2016. “Vamos ter que trabalhar duro para chegar lá. O treinamento é bem forte aqui, bastante físico.” Ela concluiu a 8a série no Colégio Estadual Newton Guimarães. “É legal ser capitã. As garotas brincam, mas tem que levar a sério.”
Rafael, 16, vai treinar com o time da ADL em 2010
Os treinos deste final do ano acabam virando uma mistura de meninas e meninos disputando com força cada bola. Rafael Mauricio joga no masculino no Iate. Medindo 1,88m e com 16 anos, está ansioso com uma novidade. Depois de ganhar uma bolsa, vai treinar em 2010 com o time principal do Londrina, que disputa o NBB. “Ganhei bolsa do Colégio Portinari. Estou ansioso para chegar lá e arrebentar”, diz ele, que tem Oscar Schmidt como ídolo. Terminando o 2o ano do Ensino Médio, Rafael diz que pretende cursar engenharia da computação. Mas quer se manter nas quadras. É outro que sonha: “Quem sabe as Olimpíadas em 2016”?
Carmen, a melhor da temporada
Carmen Ortega, 16 anos, concluiu o Ensino Médio e quer estudar Direito. É ala armadora do time sub-17. Escolhida a melhor do basquete feminino neste ano pelos próprios atletas, ela foi homenageada na última quinta-feira. Carmen destacou a atuação do time nas Olimpíadas Escolares Brasileiras, realizadas em novembro passado em Londrina. “Ficamos em quarto lugar e penso que foi um bom resultado. Nosso time está bem unido, está entrosado para o ano que vem.”
De uma geração que viu pouco atletas como Paula e Hortênsia em ação, ela diz que assistiu mais a Janeth e Adrianinha, estrelas do basquetebol brasileiro. “Estamos assistindo mais ao masculino, nos espelhando mais neles porque não tem um grande projeto para o feminino aqui.” Mas ela sonha alto: “Queremos chegar à seleção, em principio a paranaense, e mais tarde a brasileira. Quem sabe não jogamos as Olimpíadas do Rio em 2016”!
Palavra de ordem na AABB: intercâmbios
O professor Roosevelt Villanueva comanda as equipes masculinas nas categorias de 8 a 17 anos na AABB/ALE/Flex TV. Ao todo são aproximadamente 100 atletas. O trabalho começou há três anos e já obtém resultados, como o título de campeão paranaense sub-14 masculino. Dois atletas, Thales e Renato, já foram convocados para a seleção paranaense sub-15. Trabalhando sem apoio oficial, Villanueva se entusiasma com um lema: “O basquete só cresce se houver intercâmbios”. Por isso a prioridade é disputar os campeonatos sul americanos, quando os atletas da AABB/ALE/Flex TV têm a oportunidade de enfrentarem a escola catimbada e forte de argentinos, uruguaios e paraguaios. Além dos intercâmbios com equipes brasileiras como Botafogo e Fluminense do Rio, Pinheiros (SP), Minas Tênis (MG) e outros.
Edital da FEL será publicado até o dia 31
A FEL publica até dia 31 o edital para convênios com as entidades. Estas terão até o final de janeiro para apresentar os projetos. De acordo com Pedro Lanaro, diretor técnico, para os esportes de alto rendimento como o basquete, há uma modificação no edital em relação ao anterior. Além de ampliar a verba de R$ 800 mil para R$ 1 milhão, o edital não fixa valores. Serão 50 cotas de R$ 20 mil e as entidades poderão apresentar projetos para no mínimo cinco cotas, o equivalente a R$ 100 mil e o máximo de 16 cotas, o equivalente a R$ 320 mil. A contrapartida de cada proponente sobe de 60% para 80% do valor conveniado.
Fonte : jornaldelondrina.com.br
Marcos César Gouvea
20/12/2009
Enquanto o time profissional de basquete de Londrina, a ADL/FEL/Sercomtel, pena dentro e fora de quadra para se manter entre os melhores do País, as categorias de base da modalidade mostram força na cidade.
No feminino, a Liga Metropolitana de Basquete (LMB), em parceria com dois colégios particulares e apoio do poder público, faz um trabalho grande envolvendo mais de 150 atletas de 8 a 17 anos – e tem alcançado alguns bons resultados. No masculino, um projeto feito a partir da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) movimenta aproximadamente 100 atletas da mesma faixa etária.
Sob o comando do técnico Roosevelt Villanueva, o Gringo, o time sub-14 da AABB/ALE/Flex TV conquistou o título paranaense da categoria em 2009. Villanueva é adepto da necessidade de intercâmbios constantes, principalmente nos campeonatos sul-americanos de clubes, priorizados pela equipe dele.
Na LMB, o técnico Marival Júnior investe nas disputas estaduais e escolares, mas também nos intercâmbios com clubes do interior de São Paulo, “a Meca do basquetebol feminino no Brasil”. A Liga também teve quatro anos de trabalho recompensados na categoria sub-13, com a equipe dirigida pelo técnico Paulo Vasconcelos vencendo Curitiba por 35 a 21 na decisão do Paranaense em novembro passado na cidade de Toledo, em campanha invicta.
A Liga Metropolitana de Basquete trabalha com crianças desde os nove, dez anos de idade, até os 18. São 150 meninas treinando basquetebol em seis pólos. “Fomos vice-campeões escolares em julho, pelo Colégio Nobel, que acabou resultando na quarta colocação nas Olimpíadas Escolares. A equipe sub-17 foi vice-campeã paranaense. A equipe sub-13 foi campeã paranaense”, listou Marival Júnior.
O futuro
Formado em Educação Física, com especialização em Treinamento Esportivo, Paulo Sergio Vasconcelos é o responsável há seis anos pelas categorias menores e pela iniciação das meninas no esporte na Liga Metropolitana. No Iate Clube ele trabalha com as equipes feminina e masculina.
Vasconcelos concorda que Londrina teria tudo para ter uma equipe boa também na categoria adulta. “Tem apoio do público, que comparece, principalmente no basquete. Seria bom para a cidade e incentivaria as meninas mais novas. Seriam espelho para elas.”
De acordo com Marival, há dois anos o trabalho é exclusivo com atletas da cidade. “Faz dois anos que não trazemos ninguém de fora. Isso é coisa complicada porque acaba faltando um pouco de altura. A estatura das atletas é um pouco baixa”. Para 2010 há planos de trazer duas atletas pivôs para dar força ao time.
“A idéia central, no entanto, é continuar a trabalhar muito bem o sub-14 até o sub-17, visando os Jogos Colegiais e os Jogos da Juventude. E continuar nesse trabalho de base que está dando bons frutos”, diz Marival Júnior.
Aos 13, Larissa é capitã e campeã Larissa Ceappina tem apenas 13 anos. Mas já tem responsabilidade: ala armadora do time, medindo 1,70m, foi capitã do sub-13 que conquistou o paranaense deste ano. “Foi meio complicado em Toledo. No dia decisão deu frio na barriga, mas mal começou o jogo e ficamos à vontade e ganhamos. Depois que entramos na quadra jogamos para ganhar.” Como todo atleta nas categorias de base, também sonha com os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ela vai ter 19 anos em 2016. “Vamos ter que trabalhar duro para chegar lá. O treinamento é bem forte aqui, bastante físico.” Ela concluiu a 8a série no Colégio Estadual Newton Guimarães. “É legal ser capitã. As garotas brincam, mas tem que levar a sério.”
Rafael, 16, vai treinar com o time da ADL em 2010
Os treinos deste final do ano acabam virando uma mistura de meninas e meninos disputando com força cada bola. Rafael Mauricio joga no masculino no Iate. Medindo 1,88m e com 16 anos, está ansioso com uma novidade. Depois de ganhar uma bolsa, vai treinar em 2010 com o time principal do Londrina, que disputa o NBB. “Ganhei bolsa do Colégio Portinari. Estou ansioso para chegar lá e arrebentar”, diz ele, que tem Oscar Schmidt como ídolo. Terminando o 2o ano do Ensino Médio, Rafael diz que pretende cursar engenharia da computação. Mas quer se manter nas quadras. É outro que sonha: “Quem sabe as Olimpíadas em 2016”?
Carmen, a melhor da temporada
Carmen Ortega, 16 anos, concluiu o Ensino Médio e quer estudar Direito. É ala armadora do time sub-17. Escolhida a melhor do basquete feminino neste ano pelos próprios atletas, ela foi homenageada na última quinta-feira. Carmen destacou a atuação do time nas Olimpíadas Escolares Brasileiras, realizadas em novembro passado em Londrina. “Ficamos em quarto lugar e penso que foi um bom resultado. Nosso time está bem unido, está entrosado para o ano que vem.”
De uma geração que viu pouco atletas como Paula e Hortênsia em ação, ela diz que assistiu mais a Janeth e Adrianinha, estrelas do basquetebol brasileiro. “Estamos assistindo mais ao masculino, nos espelhando mais neles porque não tem um grande projeto para o feminino aqui.” Mas ela sonha alto: “Queremos chegar à seleção, em principio a paranaense, e mais tarde a brasileira. Quem sabe não jogamos as Olimpíadas do Rio em 2016”!
Palavra de ordem na AABB: intercâmbios
O professor Roosevelt Villanueva comanda as equipes masculinas nas categorias de 8 a 17 anos na AABB/ALE/Flex TV. Ao todo são aproximadamente 100 atletas. O trabalho começou há três anos e já obtém resultados, como o título de campeão paranaense sub-14 masculino. Dois atletas, Thales e Renato, já foram convocados para a seleção paranaense sub-15. Trabalhando sem apoio oficial, Villanueva se entusiasma com um lema: “O basquete só cresce se houver intercâmbios”. Por isso a prioridade é disputar os campeonatos sul americanos, quando os atletas da AABB/ALE/Flex TV têm a oportunidade de enfrentarem a escola catimbada e forte de argentinos, uruguaios e paraguaios. Além dos intercâmbios com equipes brasileiras como Botafogo e Fluminense do Rio, Pinheiros (SP), Minas Tênis (MG) e outros.
Edital da FEL será publicado até o dia 31
A FEL publica até dia 31 o edital para convênios com as entidades. Estas terão até o final de janeiro para apresentar os projetos. De acordo com Pedro Lanaro, diretor técnico, para os esportes de alto rendimento como o basquete, há uma modificação no edital em relação ao anterior. Além de ampliar a verba de R$ 800 mil para R$ 1 milhão, o edital não fixa valores. Serão 50 cotas de R$ 20 mil e as entidades poderão apresentar projetos para no mínimo cinco cotas, o equivalente a R$ 100 mil e o máximo de 16 cotas, o equivalente a R$ 320 mil. A contrapartida de cada proponente sobe de 60% para 80% do valor conveniado.
Fonte : jornaldelondrina.com.br
sábado, 19 de dezembro de 2009
Brasileiro SUB 15 feminino 2009
SÃO PAULO É CAMPEÃO INVICTO DO BRASILEIRO SUB-15 FEMININO
Caxias do Sul / RS — A seleção de São Paulo conquistou pela 14ª vez o título invicto do Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino – Divisão Especial, disputado no ginásio do Clube Juvenil, em Caxias do Sul. Na final da 18ª edição, as paulistas ganharam do Rio Grande do Sul por 83 a 55 (39 a 36 no primeiro tempo), com 29 pontos, 20 rebotes, seis assistências e seis recuperações da cestinha Vanessa Gonçalves (foto). O destaque da equipe gaúcha foi Larissa Quintana, com 22 pontos, sete recuperações, quatro rebotes, três assistências e um bloqueio.
— Depois de um primeiro tempo equilibrado, conseguimos impor nosso ritmo de jogo na etapa final para ganhar a quinta partida seguida e o título. Foi um trabalho de equipe e méritos para todas as jogadoras por essa conquista inédita. Aproveito para parabenizar as quatro equipes finalistas da competição que mostraram um belo basquete. Com relação aos meus números, é fruto de muito esforço e dedicação e é claro da ajuda e incentivo das minhas companheiras — explicou a pivô Vanessa Gonçalves, de São Paulo, que também foi a jogadora mais eficiente e reboteira do Brasileiro.
Na preliminar, o Rio de Janeiro garantiu a medalha de bronze ao derrotar o Paraná por 61 a 49 (29 a 24), com 16 pontos da cestinha Eliza Costa. Outro destaque do Rio de Janeiro foi Isabela Macedo que marcou um Duplo-Duplo: 10 pontos e 20 rebotes, além de sete assistências e quatro recuperações. A principal pontuadora paranaense foi Maessa Soffiatti, com 15 pontos.
Santa Catarina superou o Maranhão por 61 a 56 (32 a 22) e terminou em quinto lugar. As principais pontuadoras foram Mariana Oliveira (SC) e Maria Cláudia Teixeira (MA), com 22 e 21 pontos, respectivamente. E Pernambuco venceu Mato Grosso por 57 a 36 (26 a 12) e ficou em sétimo lugar. As cestinhas foram Sthefane Moraes (PE) e Ana Caroline (MT), com 19 e 18 pontos, respectivamente.
Nas estatísticas, a jogadora mais eficiente da competição foi Vanessa Gonçalves, de São Paulo, com as médias de 24.4 pontos e 11.6 (58 no total). A cestinha do Brasileiro foi Maria Cláudia Teixeira, do Maranhão, com 21.0 pontos (105). A melhor nas assistências foi Sarah Ferreira, de Pernambuco, com 6.4 (32). E a primeiranas recuperações de bolas foi Larissa Quintana, do Rio Grande do Sul, com 5.4 (27).
18º CAMPEONATO BRASILEIRO SUB-15 FEMININO
DIVISÃO ESPECIAL (2009)
Local: Ginásio do Clube Juvenil (Caxias / Rio Grande do Sul)
Grupo “A”: São Paulo, Maranhão, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Grupo “B”: Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e Mato Grosso
— 1ª Rodada – Terça-feira (dia 15 de dezembro)
Paraná 55 x 26 Pernambuco, São Paulo 94 x 34 Maranhão, Rio de Janeiro 81 x 31 Mato Grosso e Santa Catarina 43 x 63 Rio Grande do Sul
— 2ª Rodada – Quarta-feira (dia 16 de dezembro)
Mato Grosso 23 x 91 Paraná, Maranhão 47 x 59 Santa Catarina, Pernambuco 47 x 67 Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul 39 x 93 São Paulo
— 3ª Rodada – Quinta-feira (dia 17 de dezembro)
Rio de Janeiro 63 x 73 Paraná, São Paulo 93 x 37 Santa Catarina, Mato Grosso 34 x 63 Pernambuco e Maranhão 49 x 60 Rio Grande do Sul
— Sexta-feira (dia 18 de dezembro)
Disputa de 5º ao 8º lugares
Santa Catarina 66 x 38 Mato Grosso e Maranhão 56 x 52 Pernambuco
Fase Semifinal
Rio de Janeiro 38 x 66 São Paulo e Paraná 53 x 66 Rio Grande do Sul
— Rodada Final (dia 19 de dezembro)
Disputa de 7º e 8º lugares
Mato Grosso 36 x 57 Pernambuco
Disputa de 5º e 6º lugares
Santa Catarina 61 x 56 Maranhão
Disputa da medalha de bronze
Rio de Janeiro 61 x 49 Paraná
Disputa da medalha de ouro
São Paulo 83 x 55 Rio Grande do Sul
— Classificação Final
1º- São Paulo; 2º- Rio Grande do Sul; 3º- Rio de Janeiro; 4º- Paraná; 5º- SantaCatarina; 6º- Maranhão; 7º- Pernambuco; 8º- Mato Grosso.
ELETROBRÁS, PATROCINADORA OFICIAL DO BASQUETE BRASILEIRO
Fonte : cbb.com.br
NOTA:Parabéns para todas as atletas e para as londrineses da equipe Londrina/LMB/Colégio Nobel Isabela Costa, Raquel Graça e Aline pela participação e pelo 4º lugar no Brasileiro de Seleções da CBB.
Caxias do Sul / RS — A seleção de São Paulo conquistou pela 14ª vez o título invicto do Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino – Divisão Especial, disputado no ginásio do Clube Juvenil, em Caxias do Sul. Na final da 18ª edição, as paulistas ganharam do Rio Grande do Sul por 83 a 55 (39 a 36 no primeiro tempo), com 29 pontos, 20 rebotes, seis assistências e seis recuperações da cestinha Vanessa Gonçalves (foto). O destaque da equipe gaúcha foi Larissa Quintana, com 22 pontos, sete recuperações, quatro rebotes, três assistências e um bloqueio.
— Depois de um primeiro tempo equilibrado, conseguimos impor nosso ritmo de jogo na etapa final para ganhar a quinta partida seguida e o título. Foi um trabalho de equipe e méritos para todas as jogadoras por essa conquista inédita. Aproveito para parabenizar as quatro equipes finalistas da competição que mostraram um belo basquete. Com relação aos meus números, é fruto de muito esforço e dedicação e é claro da ajuda e incentivo das minhas companheiras — explicou a pivô Vanessa Gonçalves, de São Paulo, que também foi a jogadora mais eficiente e reboteira do Brasileiro.
Na preliminar, o Rio de Janeiro garantiu a medalha de bronze ao derrotar o Paraná por 61 a 49 (29 a 24), com 16 pontos da cestinha Eliza Costa. Outro destaque do Rio de Janeiro foi Isabela Macedo que marcou um Duplo-Duplo: 10 pontos e 20 rebotes, além de sete assistências e quatro recuperações. A principal pontuadora paranaense foi Maessa Soffiatti, com 15 pontos.
Santa Catarina superou o Maranhão por 61 a 56 (32 a 22) e terminou em quinto lugar. As principais pontuadoras foram Mariana Oliveira (SC) e Maria Cláudia Teixeira (MA), com 22 e 21 pontos, respectivamente. E Pernambuco venceu Mato Grosso por 57 a 36 (26 a 12) e ficou em sétimo lugar. As cestinhas foram Sthefane Moraes (PE) e Ana Caroline (MT), com 19 e 18 pontos, respectivamente.
Nas estatísticas, a jogadora mais eficiente da competição foi Vanessa Gonçalves, de São Paulo, com as médias de 24.4 pontos e 11.6 (58 no total). A cestinha do Brasileiro foi Maria Cláudia Teixeira, do Maranhão, com 21.0 pontos (105). A melhor nas assistências foi Sarah Ferreira, de Pernambuco, com 6.4 (32). E a primeiranas recuperações de bolas foi Larissa Quintana, do Rio Grande do Sul, com 5.4 (27).
18º CAMPEONATO BRASILEIRO SUB-15 FEMININO
DIVISÃO ESPECIAL (2009)
Local: Ginásio do Clube Juvenil (Caxias / Rio Grande do Sul)
Grupo “A”: São Paulo, Maranhão, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Grupo “B”: Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e Mato Grosso
— 1ª Rodada – Terça-feira (dia 15 de dezembro)
Paraná 55 x 26 Pernambuco, São Paulo 94 x 34 Maranhão, Rio de Janeiro 81 x 31 Mato Grosso e Santa Catarina 43 x 63 Rio Grande do Sul
— 2ª Rodada – Quarta-feira (dia 16 de dezembro)
Mato Grosso 23 x 91 Paraná, Maranhão 47 x 59 Santa Catarina, Pernambuco 47 x 67 Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul 39 x 93 São Paulo
— 3ª Rodada – Quinta-feira (dia 17 de dezembro)
Rio de Janeiro 63 x 73 Paraná, São Paulo 93 x 37 Santa Catarina, Mato Grosso 34 x 63 Pernambuco e Maranhão 49 x 60 Rio Grande do Sul
— Sexta-feira (dia 18 de dezembro)
Disputa de 5º ao 8º lugares
Santa Catarina 66 x 38 Mato Grosso e Maranhão 56 x 52 Pernambuco
Fase Semifinal
Rio de Janeiro 38 x 66 São Paulo e Paraná 53 x 66 Rio Grande do Sul
— Rodada Final (dia 19 de dezembro)
Disputa de 7º e 8º lugares
Mato Grosso 36 x 57 Pernambuco
Disputa de 5º e 6º lugares
Santa Catarina 61 x 56 Maranhão
Disputa da medalha de bronze
Rio de Janeiro 61 x 49 Paraná
Disputa da medalha de ouro
São Paulo 83 x 55 Rio Grande do Sul
— Classificação Final
1º- São Paulo; 2º- Rio Grande do Sul; 3º- Rio de Janeiro; 4º- Paraná; 5º- SantaCatarina; 6º- Maranhão; 7º- Pernambuco; 8º- Mato Grosso.
ELETROBRÁS, PATROCINADORA OFICIAL DO BASQUETE BRASILEIRO
Fonte : cbb.com.br
NOTA:Parabéns para todas as atletas e para as londrineses da equipe Londrina/LMB/Colégio Nobel Isabela Costa, Raquel Graça e Aline pela participação e pelo 4º lugar no Brasileiro de Seleções da CBB.
Brasileiro SUB 15 feminino 2009
SÃO PAULO E RIO GRANDE DO SUL DISPUTAM TÍTULO BRASILEIRO SUB-15
Caxias do Sul / RS — São Paulo e Rio Grande do Sul vão brigar pelo título do 18º Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino – Divisão Especial neste sábado, às 14h de Brasília, no ginásio do Clube Juvenil, em Caxias do Sul. Na preliminar, que acontece às 12h, Rio de Janeiro e Paraná jogam pela medalha de bronze.
Na semifinal, as gaúchas venceram as paranaenses por 66 a 53 na prorrogação (50 a 50 no tempo normal e 20 a 18 no primeiro tempo). As cestinhas foram Larissa Quintana (RS) e Daiane Machado (PR) com 19 e 16 pontos, respectivamente.
— Foi um jogo equilibrado. Para conseguir a vitória na prorrogação, foi preciso manter a cabeça no lugar e ter paciência. Felizmente garantimos nossa vaga na final. Sabemos que São Paulo tem uma equipe forte e temos consciência das nossas limitações, mas isso não quer dizer que não vamos brigar pelo título. Estamos bastante confiantes — comentou a ala Larissa Quintana, do Rio Grande do Sul.
Na outra semifinal, São Paulo ganhou do Rio de Janeiro por 66 a 38 (25 a 17). A cestinha da partida foi a carioca Isabela Macedo, com 20 pontos e sete rebotes. As principais pontuadoras paulistas foram Martha Imoniana (11 pontos, 11 rebotes e oito assistências) e Vanessa Gonçalves (11 pontos e dez pontos).
— No primeiro tempo não conseguimos imprimir nosso ritmo e deixamos o adversário gostar da partida. Na etapa final acertamos a defesa, pegamos mais rebotes e tivemos tranqüilidade no ataque para fazer os pontos e chegar à vitória. Na final, precisamos fazer o nosso jogo e manter o foco os 40 minutos para evitar qualquer surpresa — disse a pivô Martha Imoniana, de São Paulo.
Na preliminar, Santa Catarina derrotou o Mato Grosso por 66 a 38 (26 a 15 no primeiro tempo) e o Maranhão superou Pernambuco por 56 a 52 (23 a 23). Com esses resultados ficaram definidos os confrontos de quinto ao oitavo lugares: Mato Grosso x Pernambuco (7º e 8º), às 8h, e Santa Catarina x Maranhão (5º e 6º), às 10h.
18º CAMPEONATO BRASILEIRO SUB-15 FEMININO
DIVISÃO ESPECIAL (2009)
Local: Ginásio do Clube Juvenil (Caxias / Rio Grande do Sul)
Grupo “A”: São Paulo, Maranhão, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Grupo “B”: Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e Mato Grosso
— 1ª Rodada – Terça-feira (dia 15 de dezembro)
Paraná 55 x 26 Pernambuco, São Paulo 94 x 34 Maranhão, Rio de Janeiro 81 x 31 Mato Grosso e Santa Catarina 43 x 63 Rio Grande do Sul
— 2ª Rodada – Quarta-feira (dia 16 de dezembro)
Mato Grosso 23 x 91 Paraná, Maranhão 47 x 59 Santa Catarina, Pernambuco 47 x 67 Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul 39 x 93 São Paulo
— 3ª Rodada – Quinta-feira (dia 17 de dezembro)
Rio de Janeiro 63 x 73 Paraná, São Paulo 93 x 37 Santa Catarina, Mato Grosso 34 x 63 Pernambuco e Maranhão 49 x 60 Rio Grande do Sul
— Sexta-feira (dia 18 de dezembro)
Disputa de 5º ao 8º lugares
Santa Catarina 66 x 38 Mato Grosso e Maranhão 56 x 52 Pernambuco
Fase Semifinal
Rio de Janeiro 38 x 66 São Paulo e Paraná 53 x 66 Rio Grande do Sul
— Rodada Final (dia 19 de dezembro)
08h00 – Disputa de 7º e 8º lugares: Mato Grosso x Pernambuco
10h00 – Disputa de 5º e 6º lugares: Santa Catarina x Maranhão
12h00 – Disputa da medalha de bronze: Rio de Janeiro x Paraná
14h00 – Disputa da medalha de ouro: São Paulo x Rio Grande do Sul
OBS: Horário de Brasília.
ELETROBRÁS, PATROCINADORA OFICIAL DO BASQUETE BRASILEIRO
Fonte : www.cbb.com.br
Caxias do Sul / RS — São Paulo e Rio Grande do Sul vão brigar pelo título do 18º Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino – Divisão Especial neste sábado, às 14h de Brasília, no ginásio do Clube Juvenil, em Caxias do Sul. Na preliminar, que acontece às 12h, Rio de Janeiro e Paraná jogam pela medalha de bronze.
Na semifinal, as gaúchas venceram as paranaenses por 66 a 53 na prorrogação (50 a 50 no tempo normal e 20 a 18 no primeiro tempo). As cestinhas foram Larissa Quintana (RS) e Daiane Machado (PR) com 19 e 16 pontos, respectivamente.
— Foi um jogo equilibrado. Para conseguir a vitória na prorrogação, foi preciso manter a cabeça no lugar e ter paciência. Felizmente garantimos nossa vaga na final. Sabemos que São Paulo tem uma equipe forte e temos consciência das nossas limitações, mas isso não quer dizer que não vamos brigar pelo título. Estamos bastante confiantes — comentou a ala Larissa Quintana, do Rio Grande do Sul.
Na outra semifinal, São Paulo ganhou do Rio de Janeiro por 66 a 38 (25 a 17). A cestinha da partida foi a carioca Isabela Macedo, com 20 pontos e sete rebotes. As principais pontuadoras paulistas foram Martha Imoniana (11 pontos, 11 rebotes e oito assistências) e Vanessa Gonçalves (11 pontos e dez pontos).
— No primeiro tempo não conseguimos imprimir nosso ritmo e deixamos o adversário gostar da partida. Na etapa final acertamos a defesa, pegamos mais rebotes e tivemos tranqüilidade no ataque para fazer os pontos e chegar à vitória. Na final, precisamos fazer o nosso jogo e manter o foco os 40 minutos para evitar qualquer surpresa — disse a pivô Martha Imoniana, de São Paulo.
Na preliminar, Santa Catarina derrotou o Mato Grosso por 66 a 38 (26 a 15 no primeiro tempo) e o Maranhão superou Pernambuco por 56 a 52 (23 a 23). Com esses resultados ficaram definidos os confrontos de quinto ao oitavo lugares: Mato Grosso x Pernambuco (7º e 8º), às 8h, e Santa Catarina x Maranhão (5º e 6º), às 10h.
18º CAMPEONATO BRASILEIRO SUB-15 FEMININO
DIVISÃO ESPECIAL (2009)
Local: Ginásio do Clube Juvenil (Caxias / Rio Grande do Sul)
Grupo “A”: São Paulo, Maranhão, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Grupo “B”: Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e Mato Grosso
— 1ª Rodada – Terça-feira (dia 15 de dezembro)
Paraná 55 x 26 Pernambuco, São Paulo 94 x 34 Maranhão, Rio de Janeiro 81 x 31 Mato Grosso e Santa Catarina 43 x 63 Rio Grande do Sul
— 2ª Rodada – Quarta-feira (dia 16 de dezembro)
Mato Grosso 23 x 91 Paraná, Maranhão 47 x 59 Santa Catarina, Pernambuco 47 x 67 Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul 39 x 93 São Paulo
— 3ª Rodada – Quinta-feira (dia 17 de dezembro)
Rio de Janeiro 63 x 73 Paraná, São Paulo 93 x 37 Santa Catarina, Mato Grosso 34 x 63 Pernambuco e Maranhão 49 x 60 Rio Grande do Sul
— Sexta-feira (dia 18 de dezembro)
Disputa de 5º ao 8º lugares
Santa Catarina 66 x 38 Mato Grosso e Maranhão 56 x 52 Pernambuco
Fase Semifinal
Rio de Janeiro 38 x 66 São Paulo e Paraná 53 x 66 Rio Grande do Sul
— Rodada Final (dia 19 de dezembro)
08h00 – Disputa de 7º e 8º lugares: Mato Grosso x Pernambuco
10h00 – Disputa de 5º e 6º lugares: Santa Catarina x Maranhão
12h00 – Disputa da medalha de bronze: Rio de Janeiro x Paraná
14h00 – Disputa da medalha de ouro: São Paulo x Rio Grande do Sul
OBS: Horário de Brasília.
ELETROBRÁS, PATROCINADORA OFICIAL DO BASQUETE BRASILEIRO
Fonte : www.cbb.com.br
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